Saúde

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Através da metodologia Design Thinking, entendemos os maiores desafios enfrentados
pelo segmento de saúde, gerando soluções customizadas para o seu negócio.

Descrevemos abaixo os principais desafios nos quais apoiamos a sua empresa:

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pelo segmento de saúde, gerando soluções customizadas para o seu negócio.

Descrevemos abaixo os principais desafios nos quais apoiamos a sua empresa:

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Falta de controle na administração e logística de materiais biológicos

Grande parte dos laboratórios terceiriza o serviço de armazenagem, controle de estoque e transporte de materiais biológicos, porém enfrentam muitos problemas como a má qualidade do serviço e a falta de rastreabilidade.
Os laboratórios de análises têm necessidade de locais de armazenagem em maior número por utilizarem uma gama extensa de diferentes materiais.
Requerem também de uma administração com maior efetividade do almoxarifado para manter o controle de amostras refrigeradas em diferentes temperaturas além de suas respectivas embalagens (tanto para conservação quanto para o transporte na atividade de expedição).
Outro ponto de grande dificuldade nos almoxarifados é a identificação dos materiais em prateleiras o que causa perda de tempo nos controles e na expedição.

  • Falhas podem ser letais para as pessoas;
  • Falta de pontualidade e rapidez no processo de retirada e entrega, quando se trata de produtos com tempo para análise, podem gerar avarias;
  • Falta de controle de temperatura e do modo de transporte dos materiais pode ocasionar perdas/ou comprometendo na qualidade da análise.

Gerenciamento da cadeia logística ponto a ponto, garantindo a qualidade das amostras durante o trajeto, a rastreabilidade e a segurança física, através de modernos sistemas de acondicionamento, embalagem, transporte e monitoramento.

O controle dos almoxarifados através de tecnologias que facilitem a identificação e expedição de materiais.

  • Efetividade nas análises;
  • Rastreabilidade desde o recolhimento das amostras até a entrega do material em seu destino final;
  • Comprovação dos estados das coletas, do armazenamento e das entregas;
  • Salvar mais vidas.

Erros na gestão de medicamentos em hospitais, ambulatórios e UBSs

Erro de medicação é qualquer evento evitável que pode causar ou induzir ao uso inapropriado do medicamento ou prejudicar o paciente, enquanto a medicação está sob o controle de um profissional de saúde. Os erros podem ser por prescrição, horário da administração, dosagem, trocas na via de administração e até mesmo troca de pacientes, podendo causar danos que podem ser fatais. Observam-se algumas etapas que abrangem o medicamento administrado: o recebimento, a unitarização, a estocagem, a dispensação, a entrega e a administração dos medicamentos. A grande maioria dos hospitais concentra parte destes processos em farmácias intra-hospitalares, as quais se tornam as responsáveis pela gestão dos medicamentos. Exemplo de processo:

  • Paciente necessita de tratamento;
  • Médico prescreve medicamento e sua respectiva posologia (ex: 1mg, VO, 12/12h);
  • Enfermeira recebe prescrição impressa;
  • Enfermeira vai até a farmácia para retirar medicamento;
  • Farmácia libera medicação;
  • Posterior administração realizada pela equipe de enfermagem.

Do diagnóstico à administração de medicamentos existem várias recomendações e estratégias, sendo esses processos manuais e envolvendo diversas prescrições e, consequentemente, diversos pacientes ao mesmo tempo; o que pode gerar erros em qualquer etapa do processo.

  • Danos causados à vida dos pacientes;
  • Desperdícios nos hospitais com consequentes prejuízos financeiros;
  • Perdas de medicamentos sejam por manuseio inadequado ou má administração (ex: perda do prazo de validade).

A tecnologia permite a rastreabilidade interna dos medicamentos, desde o recebimento até a administração no paciente, criando um histórico completo.

Com soluções como aplicativos móveis com check-lists, código de barras, coletores de dados, RFID e um sistema de controle de estoque, é possível automatizar processos, reduzir falhas e custos.

  • Segurança ao paciente;
  • Eficiência em todas as etapas do processo de gestão de medicamentos;
  • Redução de custos.

Ineficiência no processo de agendamento e confirmação de consultas de exames

Grande parte dos consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais continuam atuando no modelo tradicional de agendamento e confirmação de consultas e exames; no qual as secretárias são responsáveis pela gestão destas agendas e atuam acionando e sendo acionadas através de ligações telefônicas. Este processo é engessado, causa grande dependência operacional e gera muitos problemas na rotina de atendimentos.
  • Consultas canceladas de última hora;
  • Faltas;
  • Problemas em encaixar pacientes;
  • Agendas vazias (tempo ocioso);
  • Confusão e agendamentos simultâneos;
  • Gastos com ligações telefônicas e profissionais.

Oferecer o agendamento online através de smartphones, tablets e pela Web, é uma forma de comunicação direta entre os pacientes e os médicos. Neste caso os pacientes podem acessar através de seus dispositivos as agendas dos médicos de forma integrada e alocar consultas nos espaços disponíveis de agenda.

Para a confirmação de consultas, o sistema enviará um SMS para o paciente, lembrando a data e horário agendando além de permitir que, em caso de mudança, o paciente possa acessar novamente a agenda do médico e reagendar a consulta conforme disponibilidade do médico.

Adicionalmente, é possível, após a conclusão da consulta enviar outro SMS para o cliente com um link para acesso a uma pesquisa de satisfação.

  • Otimização de tempo;
  • Aproveitar os profissionais em outras atividades como preparar o consultório, organizar materiais etc;
  • Ter uma visão integrada da agenda de todos os profissionais;
  • Redução de custos com ligações telefônicas;
  • Redução de faltas de pacientes;
  • Modernização e satisfação do paciente.

Falta de qualidade no serviço Home Care

A maioria dos convênios no Brasil terceiriza o atendimento Home Care, o que impacta na qualidade do serviço e na insatisfação dos pacientes e familiares. Problemas como pontualidade no atendimento, materiais adequados para assistência, consulta direcionada, falta de visibilidade no atendimento, registros em papel e monitoramento adequado aos pacientes vêm aumentando o índice de processos e a insatisfação.
  • Processos;
  • Pacientes mal assistidos;
  • Fraudes;
  • Insatisfação.

Com a tecnologia empregada nos serviços Home Care é possível gerir de forma efetiva o atendimento aos pacientes. Através de aplicativos os profissionais da saúde podem acessar as agendas, assim como todas as informações necessárias para o atendimento: histórico médico, medicações, procedimentos, observações, particularidades etc. Além disso, check-lists e registros podem ser feitos em formulários digitais, com informações armazenadas numa base de dados em nuvem, desta forma gerando um histórico dos atendimentos ao paciente.

Em casos de emergência é possível enviar um SMS para o smartphone do paciente ou familiar, com link similar ao do UBER, informando a distância e o tempo previsto de chegada de uma ambulância ou de um médico em sua residência.

Aos finais dos atendimentos os pacientes ou seus familiares podem receber um SMS com link para acessar uma pesquisa de satisfação, o resultado é consolidado de acordo com as classificações dos atendimentos, permitindo que os convênios possam trabalhar em constantes melhorias.

  • Redução de fraudes;
  • Redução de erros na administração de medicamentos;
  • Aumento na atuação preventiva;
  • Melhor comunicação com os pacientes;
  • Redução de custos com ligações telefônicas;
  • Pontualidade nos atendimentos;
  • Melhoria continua nos atendimentos.

Falta de uma base de dados integrada e individualizada

A Falta de uma base de dados universal de informações contendo histórico de saúde, exames realizados, diagnósticos prévios e atuais, faz por muitas vezes com que a tarefa de avaliação dos pacientes e tomada de conduta não seja realizada de forma eficaz. A falta de sistematização eleva o tempo de trabalho, multiplica exames repetidos, posterga diagnósticos e tratamentos.
Muitos hospitais possuem prontuários eletrônicos próprios, mas as informações não são integradas entre eles e unificadas em um único banco de dados. Desta forma não é possível se obter históricos de atendimentos, diagnósticos e condutas realizadas a respeito de um paciente nos diversos âmbitos de atendimento, seja ele primário, secundário ou terciário, ou mesmo público ou particular.

  • Dificuldade no atendimento;
  • Falta de informações o que gera erro em diagnósticos;
  • Consultas com tempo mais prolongado;
  • Repetição de exames.

Os profissionais de saúde poderão, através do prontuário unificado, processar e armazenar de forma padronizada os registros de saúde de seus pacientes. Uma vez agrupados, os dados dos diversos âmbitos de saúde que o englobam sendo eles hospitais, ambulatórios, UBS ou mesmo farmácias, os mesmos poderão ser analisados de diversas formas como: no auxilio do diagnóstico, na recomendação de condutas clínicas, no tratamento, na prevenção e, principalmente, na continuidade de tratamento atingindo a personalização da saúde do paciente.

Adicionalmente, os próprios pacientes poderão acessar exames clínicos e laboratoriais pela internet.

  • Agilidade no atendimento;
  • Diagnóstico precoce;
  • Redução de custos com exames;
  • Redução de número de consultas;
  • Redução na dependência de informações fornecidas pelos pacientes (não sabe informar, não se recorda ou não se encontra em condições de saúde de fornecê-las);
  • Melhor acompanhamento das interações medicamentosas;
  • Continuidade no tratamento;
  • Atendimento multidisciplinar.

Falta de uma rede integrada de atendimento familiar e comunitário

A falta de um sistema integrado para o registro e o acompanhamento das visitas domiciliares à pacientes em situações críticas de saúde, dificulta o atendimento e eleva a morbimortalidade; dificultando ações preventivas e a consolidação da equidade como um dos pilares do atendimento à saúde.
  • Grande demanda de atendimentos nos hospitais que poderiam ser evitados em atendimento primário;
  • Alto custo para os hospitais;
  • Atendimento sem qualidade e por ordem de chegada;
  • Aumento da morbimortalidade.

Com um sistema integrado e acessível a médicos, enfermeiros e assistentes sociais é possível gerar e analisar dados de situação de saúde, proporcionando um acompanhamento mais efetivo aos pacientes seja para evitar que adoeça ou mesmo para evitar o agravo de uma doença previamente adquirida.

Um aplicativo contendo além de históricos de saúde e registro detalhado de atendimentos, dados pessoais (como profissão, renda familiar, tipo de residência, número de familiares entre outros) pode trazer grandes resultados nas visitas domiciliares, pois proporcionará uma adequação de tratamentos frente às diferentes realidades dos pacientes e, consequente adesão.

  • Melhora no atendimento;
  • Redução significativa de custos;
  • Diminuição de emergências;
  • Redução em filas de hospitais;
  • Maior adesão aos tratamentos;
  • Diminuição da cronicidade de doenças;
  • Diminuição da transmissão de doenças.

Ineficiência na gestão dos leitos dos hospitais

O controle de leitos de saúde (em clínicas, centros cirúrgicos ou enfermarias hospitalares) realizados de forma manual e sem sistematização, gera ineficiência no processo de saúde.
O fluxo desde a visualização de leito disponível >> internação do paciente >> leito ocupado >> alta do paciente >> liberação de leito >> necessidade de higienização do leito para próximo paciente >> nova disponibilidade do leito, se torna lentificado, uma vez que requer a comunicação das etapas entre os próprios profissionais em campo, sem um sistema de notificação de status.

  • Aumento no número de pacientes à espera de atendimento.

Com a implementação de um sistema mobile instalado em tablets os profissionais de saúde podem apontar o status do leito quando realizado altas médicas, o qual irá automaticamente requerer ação imediata da limpeza e, por conseguinte, acionar a liberação dos leitos. Além disso, os gestores conseguirão visualizar, em tempo real, tudo referente às atividades envolvidas no processo de liberação do leito para um novo paciente.

  • Gestão a vista;
  • Agilidade na internação de pacientes;
  • Otimização na liberação de centros cirúrgicos;
  • Automação de processos.

Falta de controle de ativos nos hospitais

Com um grande número de profissionais e pacientes os hospitais enfrentam grandes dificuldades em controlar seus ativos com problemas como perdas, roubos e manutenções; podendo atrasar atendimentos e exames, deixando pacientes sem equipamentos adequados para o seu tratamento.
  • Atrasos em atendimentos e exames;
  • Prejuízo com perdas e furtos.

Através de códigos de barras ou tags inseridas nos ativos, principalmente os de alto valor agregado (tais como camas, desfibriladores, tanques de oxigênio e equipamentos de TI), é possível registrar todos os status como de movimentação, utilização e danificação dos diversos equipamentos.  Assim, o hospital é capaz de rastrear, localizar, quantificar e qualificar a necessidade de manutenção para equipamentos de forma fácil e ágil.

  • Visibilidade online dos ativos;
  • Controle efeito de manutenções e substituições;
  • Atendimento eficaz e inteligente aos pacientes;
  • Redução de custos;
  • Decisões assertivas.

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