Dia Internacional da Segurança da Informação

No dia 30 de novembro foi comemorado o “Dia Internacional da Segurança da Informação”, um dos assuntos mais em pauta nesses anos.

Com ataques cada vez mais fortes e com cada vez mais frequência, as empresas tem buscado entender e se proteger desse mal.

Para celebrar a data, um grupo seleto de profissionais se uniu para criar um e-book gratuito com dicas que vão ajudar os profissionais de TI a manterem as suas redes e informações mais seguras. Clique aqui e acesse o link para ter acesso ao e-book.

Nesse e-book, que pode ser baixado e divulgado livremente, vários temas são tratados: Política de Segurança da Informação, Vulnerabilidades, Riscos, Segurança Física, Backup, Conscientização, Resposta a Incidentes e muitas outras recomendações.

Esse trabalho visa conscientizar a importância da Segurança da Informação na vida das empresas brasileiras.

As fraudes digitais costumam acontecer em duas grandes frentes: a primeira é dos ataques provocados por agentes externos, como hackers. Dentre as modalidades mais comuns de ataques, estão:

DDoS Attack: também chamado de negativação de serviço, tem como objetivo tornar uma página ou site indisponíveis para o usuário.

Phising: quando um invasor envia e-mails ou outros tipos de arquivos de comunicação eletrônico para adquirir fotos, músicas e outros dados pessoais fingindo ser uma pessoa ou uma empresa conhecida.

Ataque de força bruta: é uma modalidade mais antiga, em que o hacker tenta todas as combinações possíveis de senha de acesso.

Malware e Spyware:  ataque a softwares e sistemas por meio de um programa criado especificamente para inviabilizar o uso de uma máquina ou uma rede.

O segundo tipo de ataque diz respeito às fraudes digitais provocadas por insiders, isto é, usuários internos da empresa. Apesar das empresas contarem com sistemas de segurança da informação modernos o suficiente para se blindarem de ataques externos, em alguns casos o perigo vem, literalmente, de dentro. Não por acaso, esses tipos de ataques são a principal origem de 72% das fraudes digitais, segundo uma pesquisa da Kroll Fraud Report de 2013.

As fraudes digitais cometidas por insiders nem sempre são facilmente identificadas, mas suas perdas são notórias: alteração na base de dados, roubo ou adulteração de cadastros e informações cruciais que colocam em xeque não só o funcionamento da empresa, como também a sua reputação.

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